Agência Portuguesa do Ambiente nega acusação de questões administrativas para falta de energia
Na sequência da acusação do presidente da Câmara de Montemor-o-Velho.
Na sequência da acusação do presidente da Câmara de Montemor-o-Velho.
Os fenómenos meteorológicos adversos que atingiram o país não foram um capricho súbito da natureza. Foram previstos, anunciados, estudados e reiteradamente comunicados por entidades científicas e meteorológicas.
André Ventura tinha pedido que se adiasse as eleições devido ao mau tempo.
A lei prevê que possa haver adiamentos em caso de tumultos ou calamidade, mas só em circunstâncias específicas e territorialmente delimitadas.
O Chefe de Estado admitiu, por outro lado, fazer uma comunicação ao país no sábado, apelando ao voto.
Durante uma visita a Pedrógão Grande, o Presidente da República disse que o mais importante agora é que a ajuda chegue à população rapidamente.
Leitão Amaro decidiu aventurar-se com um vídeo promocional nas redes sociais, Nuno Melo achou por bem assinalar os “anos” de um sargento, Maria Lúcia Amaral tropeçou na expressão “ciclogénese explosiva”. A liderar os ministros, Luís Montenegro falou e agiu quase sempre tarde
Presidentes de câmara, perante a situação de calamidade, poderão “reconhecer a impossibilidade de realização da votação” nas assembleias ou secções de voto afetadas pelo mau tempo. Contudo, CNE diz que não há nenhuma decisão ou indicação nesse sentido.
A destruição estende-se muito para além do que algum órgão de comunicação social conseguiria retratar: estradas secundárias intransitáveis, habitações isoladas, empresas paradas, campos devastados, populações exaustas.
Apesar das dificuldades principalmente devido ao corte de energia, mas também de água e comunicações, FIPA garante que "não houve interrupção no fornecimento de bens alimentares".
Questionado sobre se considerava as medidas suficientes, o socialista Gonçalo Lopes declarou que "têm um bom sentido".
Exerceu funções como vereador, vice-presidente e presidente da Câmara Municipal do Fundão.
Autoridade avisa que as próximas horas serão "extremamente graves" e pede que a população tome medidas.
Após reunião do Conselho de Ministros extraordinária que se prolongou por quase quatro horas.
Perante a previsão de chuva extrema, o Ministério do Ambiente e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) têm estado a realizar descargas preventivas nas barragens há mais de 15 dias.
Não tem para já estimativas dos prejuízos reclamados.